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Radar de Exposição · ACRELÂNDIA/AC

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

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Exposição geral
Médio
0–100 · posição do município no país
Tendência
→ Estável
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 100% nos anos anteriores → 100% nos 2 anos mais recentes. Sem mudança relevante.

  • Convênios e emendas95
  • Prestação de contas79
  • Empresas contratadas78
  • Governança24
  • Saúde fiscal46

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Crítico95

R$ 85.085.917 em emendas chegaram ao município em 191 pagamentos, de 24 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 14.762 habitantes, isso dá R$ 5.764 por habitante. O score (95) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Alto79

22% do valor empenhado para o município (R$ 109.556.234) ainda não aparece como pago (R$ 85.085.917). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Alto78

100% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 18.568.486) ficou com uma única: 1201FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE ACRELANDIA — concentração maior que a de 78% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo24

19% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ALAN RICK (R$ 12.788.779 de R$ 66.635.583). Dependência maior que a de 24% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Baixo46

A prefeitura gasta 44.43% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 44.43% da RCL (limite legal 54%) — R$ 32.689.516 de R$ 73.580.863Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 69.614.096,97.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.