Radar de Exposição · BELO MONTE/AL
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas73
- Prestação de contas75
- Governança77
- Saúde fiscal41
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio73R$ 22.575.270 em emendas chegaram ao município em 58 pagamentos, de 9 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 5.893 habitantes, isso dá R$ 3.831 por habitante. O score (73) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 22.575.270 pagos em 58 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:5.893 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto7521% do valor empenhado para o município (R$ 28.560.785) ainda não aparece como pago (R$ 22.575.270). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 28.560.785 × pago R$ 22.575.270Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Alto7738% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: NIVALDO ALBUQUERQUE (R$ 6.523.511 de R$ 17.195.919). Dependência maior que a de 77% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:NIVALDO ALBUQUERQUE respondeu por R$ 6.523.511Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo41A prefeitura gasta 39.72% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 39.72% da RCL (limite legal 54%) — R$ 24.452.029 de R$ 61.554.744Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 799,8 mil3 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 3,6 mi5 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BELO MONTE
- 2024R$ 3,63 mi9 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 3,25 mi8 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE BELO MONTE
- 2026R$ 6,23 mi11 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE BELO MONTE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 17.513.361,65.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.