Radar de Exposição · BOCA DO ACRE/AM
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas69
- Prestação de contas59
- Governança65
- Saúde fiscal93
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio69R$ 64.525.667 em emendas chegaram ao município em 100 pagamentos, de 11 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 39.176 habitantes, isso dá R$ 1.647 por habitante. O score (69) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 64.525.667 pagos em 100 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:39.176 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio5917% do valor empenhado para o município (R$ 77.463.957) ainda não aparece como pago (R$ 64.525.667). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 77.463.957 × pago R$ 64.525.667Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio6532% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ATILA LINS (R$ 7.173.941 de R$ 22.485.315). Dependência maior que a de 65% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:ATILA LINS respondeu por R$ 7.173.941Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico93A prefeitura gasta 54.68% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 54.68% da RCL (limite legal 54%) — R$ 75.293.819 de R$ 137.709.950Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 8,25 mi12 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 4,05 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 2 mi3 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 15,6 mi11 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 16,9 mi14 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 46.805.087,51.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 20/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.