Radar de Exposição · SÃO PAULO DE OLIVENÇA/AM
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas85
- Prestação de contas17
- Governança38
- Saúde fiscal75
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Alto85R$ 95.081.572 em emendas chegaram ao município em 131 pagamentos, de 15 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 35.619 habitantes, isso dá R$ 2.669 por habitante. O score (85) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 95.081.572 pagos em 131 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:35.619 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo178% do valor empenhado para o município (R$ 103.743.383) ainda não aparece como pago (R$ 95.081.572). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 103.743.383 × pago R$ 95.081.572Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo3823% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: MARCELO RAMOS (R$ 8.067.836 de R$ 35.762.265). Dependência maior que a de 38% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:MARCELO RAMOS respondeu por R$ 8.067.836Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto75A prefeitura gasta 51.26% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 51.26% da RCL (limite legal 54%) — R$ 123.335.142 de R$ 240.628.103Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 10,3 mi18 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 13,1 mi14 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 21,6 mi20 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 27,4 mi23 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 6 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 78.400.985,39.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 28/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.