LARANJAL DO JARI/AP

Radar de Exposição · LARANJAL DO JARI/AP

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

75
Exposição geral
Alto
0–100 · posição do município no país
Tendência
Sem dados
5 eixos medidos

Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.

  • Convênios e emendas97
  • Prestação de contas33
  • Empresas contratadas72
  • Governança73
  • Saúde fiscal100

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Crítico97

R$ 196.805.908 em emendas chegaram ao município em 241 pagamentos, de 23 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 37.781 habitantes, isso dá R$ 5.209 por habitante. O score (97) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Baixo33

12% do valor empenhado para o município (R$ 223.336.462) ainda não aparece como pago (R$ 196.805.908). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Médio72

96% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 822.879) ficou com uma única: MARCENARIA SULAR LTDA — concentração maior que a de 72% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Médio73

36% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: DAVI ALCOLUMBRE (R$ 42.906.315 de R$ 119.534.446). Dependência maior que a de 73% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Crítico100

A prefeitura gasta 63.14% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 63.14% da RCL (limite legal 54%) — R$ 122.964.082 de R$ 194.738.423Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 150.015.674,09.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.