Radar de Exposição · BANZAÊ/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas64
- Prestação de contas34
- Governança97
- Saúde fiscal77
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio64R$ 26.893.385 em emendas chegaram ao município em 64 pagamentos, de 4 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 12.270 habitantes, isso dá R$ 2.192 por habitante. O score (64) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 26.893.385 pagos em 64 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:12.270 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo3412% do valor empenhado para o município (R$ 30.555.229) ainda não aparece como pago (R$ 26.893.385). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 30.555.229 × pago R$ 26.893.385Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9764% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOSE NUNES (R$ 12.264.220 de R$ 19.049.220). Dependência maior que a de 97% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:JOSE NUNES respondeu por R$ 12.264.220Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto77A prefeitura gasta 51.73% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 51.73% da RCL (limite legal 54%) — R$ 48.440.682 de R$ 93.650.368Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 4,11 mi11 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 5,42 mi8 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BANZAE
- 2024R$ 4,61 mi6 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BANZAE
- 2025R$ 1,99 mi5 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BANZAE
- 2026R$ 1,5 mi2 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE BANZAE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 17.624.631,46.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.