Radar de Exposição · CASTRO ALVES/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas75
- Prestação de contas71
- Governança87
- Saúde fiscal46
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Alto75R$ 54.184.159 em emendas chegaram ao município em 106 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 25.468 habitantes, isso dá R$ 2.128 por habitante. O score (75) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 54.184.159 pagos em 106 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:25.468 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio7120% do valor empenhado para o município (R$ 67.531.895) ainda não aparece como pago (R$ 54.184.159). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 67.531.895 × pago R$ 54.184.159Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Alto8745% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOSE ROCHA (R$ 16.464.218 de R$ 36.315.214). Dependência maior que a de 87% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:JOSE ROCHA respondeu por R$ 16.464.218Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo46A prefeitura gasta 45.18% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 45.18% da RCL (limite legal 54%) — R$ 66.354.672 de R$ 146.877.899Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 5,71 mi9 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 8,28 mi19 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CASTRO ALVES
- 2024R$ 9,82 mi15 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 7,8 mi11 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 7,35 mi11 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 38.963.570,33.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.