Radar de Exposição · COCOS/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas41
- Prestação de contas1
- Governança99
- Saúde fiscal88
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo41R$ 21.627.590 em emendas chegaram ao município em 53 pagamentos, de 8 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 19.926 habitantes, isso dá R$ 1.085 por habitante. O score (41) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 21.627.590 pagos em 53 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:19.926 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo11% do valor empenhado para o município (R$ 21.744.831) ainda não aparece como pago (R$ 21.627.590). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 21.744.831 × pago R$ 21.627.590Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9978% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOSE ROCHA (R$ 11.796.879 de R$ 15.149.799). Dependência maior que a de 99% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:JOSE ROCHA respondeu por R$ 11.796.879Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto88A prefeitura gasta 53.65% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 53.65% da RCL (limite legal 54%) — R$ 71.073.738 de R$ 132.488.504Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 4,52 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 5,28 mi6 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 3,66 mi5 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE COCOS
- 2025R$ 999 mil1 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 500 mil1 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 14.955.743,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.