Radar de Exposição · MACAÚBAS/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas44
- Prestação de contas56
- Governança87
- Saúde fiscal71
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo44R$ 34.012.917 em emendas chegaram ao município em 128 pagamentos, de 12 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 43.587 habitantes, isso dá R$ 780 por habitante. O score (44) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 34.012.917 pagos em 128 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:43.587 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio5616% do valor empenhado para o município (R$ 40.573.590) ainda não aparece como pago (R$ 34.012.917). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 40.573.590 × pago R$ 34.012.917Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Alto8745% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: SERGIO BRITO (R$ 9.272.261 de R$ 20.554.406). Dependência maior que a de 87% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:SERGIO BRITO respondeu por R$ 9.272.261Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio71A prefeitura gasta 50.88% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 50.88% da RCL (limite legal 54%) — R$ 107.199.900 de R$ 210.705.635Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,3 mi6 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 1,4 mi2 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 6,17 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 3,79 mi4 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MACAUBAS
- 2026R$ 1,45 mi3 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MACAUBAS
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 15.123.417,96.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.