MONTE SANTO/BA

Radar de Exposição · MONTE SANTO/BA

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

56
Exposição geral
Médio
0–100 · posição do município no país
Tendência
Sem dados
5 eixos medidos

Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.

  • Convênios e emendas68
  • Prestação de contas40
  • Empresas contratadas55
  • Governança32
  • Saúde fiscal87

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Médio68

R$ 75.969.667 em emendas chegaram ao município em 148 pagamentos, de 25 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 49.793 habitantes, isso dá R$ 1.526 por habitante. O score (68) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Baixo40

13% do valor empenhado para o município (R$ 87.459.294) ainda não aparece como pago (R$ 75.969.667). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Médio55

73% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 917.099) ficou com uma única: CNH INDUSTRIAL BRASIL LTDA. — concentração maior que a de 55% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo32

21% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOSEILDO RAMOS (R$ 11.690.000 de R$ 55.630.251). Dependência maior que a de 32% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Alto87

A prefeitura gasta 53.48% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 53.48% da RCL (limite legal 54%) — R$ 169.623.427 de R$ 317.200.681Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 60.897.826,84.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.