Radar de Exposição · OLINDINA/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas53
- Prestação de contas8
- Governança73
- Saúde fiscal80
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio53R$ 30.603.834 em emendas chegaram ao município em 67 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 22.838 habitantes, isso dá R$ 1.340 por habitante. O score (53) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 30.603.834 pagos em 67 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:22.838 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo85% do valor empenhado para o município (R$ 32.379.611) ainda não aparece como pago (R$ 30.603.834). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 32.379.611 × pago R$ 30.603.834Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio7336% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: GABRIEL NUNES (R$ 5.592.000 de R$ 15.714.072). Dependência maior que a de 73% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:GABRIEL NUNES respondeu por R$ 5.592.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto80A prefeitura gasta 52.20% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 52.20% da RCL (limite legal 54%) — R$ 65.881.411 de R$ 126.200.390Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 3,28 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 4,04 mi9 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE OLINDINA
- 2024R$ 5,27 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 8,23 mi15 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE OLINDINA
- 2026R$ 3,6 mi7 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE OLINDINA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 24.414.291,92.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.