Radar de Exposição · RIO DO ANTÔNIO/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas55
- Prestação de contas0
- Governança96
- Saúde fiscal68
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio55R$ 23.326.780 em emendas chegaram ao município em 45 pagamentos, de 8 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 13.469 habitantes, isso dá R$ 1.732 por habitante. O score (55) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 23.326.780 pagos em 45 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:13.469 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo00% do valor empenhado para o município (R$ 23.111.780) ainda não aparece como pago (R$ 23.326.780). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 23.111.780 × pago R$ 23.326.780Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9661% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: VALMIR ASSUNCAO (R$ 13.015.795 de R$ 21.320.780). Dependência maior que a de 96% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:VALMIR ASSUNCAO respondeu por R$ 13.015.795Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio68A prefeitura gasta 50.59% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2023. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 50.59% da RCL (limite legal 54%) — R$ 29.413.537 de R$ 58.144.359Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2023 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,25 mi4 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 4,5 mi6 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE RIO DO ANTONIO
- 2024R$ 3,15 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 4,19 mi5 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DO MUNICIPIO DE RIO DO ANTONIO
- 2026R$ 4 mi5 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DO MUNICIPIO DE RIO DO ANTONIO
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 18.080.399,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 23/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.