Radar de Exposição · VERA CRUZ/BA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas33
- Prestação de contas89
- Governança78
- Saúde fiscal49
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo33R$ 23.926.673 em emendas chegaram ao município em 50 pagamentos, de 14 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 45.386 habitantes, isso dá R$ 527 por habitante. O score (33) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 23.926.673 pagos em 50 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:45.386 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto8927% do valor empenhado para o município (R$ 32.786.748) ainda não aparece como pago (R$ 23.926.673). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 32.786.748 × pago R$ 23.926.673Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Alto7838% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: LEUR LOMANTO JUNIOR (R$ 4.600.000 de R$ 11.999.204). Dependência maior que a de 78% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:LEUR LOMANTO JUNIOR respondeu por R$ 4.600.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo49A prefeitura gasta 47.84% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 47.84% da RCL (limite legal 54%) — R$ 108.831.575 de R$ 227.470.459Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 4,99 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 1,1 mi2 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 1 mi2 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - FMS
- 2025R$ 2,95 mi3 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - FMS
- 2026R$ 5 mi8 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - FMS
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 15.042.542,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 21/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.