Radar de Exposição · CHORÓ/CE
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas58
- Prestação de contas97
- Governança99
- Saúde fiscal45
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio58R$ 24.017.449 em emendas chegaram ao município em 37 pagamentos, de 8 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 12.325 habitantes, isso dá R$ 1.949 por habitante. O score (58) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 24.017.449 pagos em 37 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:12.325 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Crítico9736% do valor empenhado para o município (R$ 37.683.246) ainda não aparece como pago (R$ 24.017.449). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 37.683.246 × pago R$ 24.017.449Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9971% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: YURY DO PAREDAO (R$ 10.000.000 de R$ 14.100.000). Dependência maior que a de 99% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:YURY DO PAREDAO respondeu por R$ 10.000.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo45A prefeitura gasta 44.10% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 44.10% da RCL (limite legal 54%) — R$ 36.734.946 de R$ 83.305.264Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2019R$ 1,5 mi1 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2020R$ 400 mil3 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2021R$ 2,34 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 4,59 mi8 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 13,6 mi7 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CHORO
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 22.424.448,60.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.