CODÓ/MA

Radar de Exposição · CODÓ/MA

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

48
Exposição geral
Baixo
0–100 · posição do município no país
Tendência
Sem dados
5 eixos medidos

Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.

  • Convênios e emendas60
  • Prestação de contas26
  • Empresas contratadas67
  • Governança46
  • Saúde fiscal43

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Médio60

R$ 119.192.674 em emendas chegaram ao município em 128 pagamentos, de 19 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 118.272 habitantes, isso dá R$ 1.008 por habitante. O score (60) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Baixo26

11% do valor empenhado para o município (R$ 133.249.350) ainda não aparece como pago (R$ 119.192.674). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Médio67

89% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 250.837) ficou com uma única: BECK DE SOUZA ENGENHARIA LTDA — concentração maior que a de 67% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo46

25% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ANA PAULA LOBATO (R$ 14.450.000 de R$ 57.883.140). Dependência maior que a de 46% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Baixo43

A prefeitura gasta 41.92% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 41.92% da RCL (limite legal 54%) — R$ 242.702.745 de R$ 578.908.716Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 77.159.406,96.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.