Radar de Exposição · PRESIDENTE SARNEY/MA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas36
- Prestação de contas50
- Governança90
- Saúde fiscal89
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo36R$ 18.740.369 em emendas chegaram ao município em 31 pagamentos, de 4 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 17.936 habitantes, isso dá R$ 1.045 por habitante. O score (36) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 18.740.369 pagos em 31 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:17.936 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio5015% do valor empenhado para o município (R$ 22.064.821) ainda não aparece como pago (R$ 18.740.369). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 22.064.821 × pago R$ 18.740.369Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9049% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: MARCIO JERRY (R$ 4.650.000 de R$ 9.463.673). Dependência maior que a de 90% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:MARCIO JERRY respondeu por R$ 4.650.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto89A prefeitura gasta 53.90% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 53.90% da RCL (limite legal 54%) — R$ 67.456.639 de R$ 125.150.566Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 1,34 mi3 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 2,83 mi3 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 4,3 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 5,23 mi6 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 2,5 mi3 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 16.193.896,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.