Radar de Exposição · BRASÍLIA DE MINAS/MG
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas49
- Prestação de contas35
- Governança63
- Saúde fiscal58
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo49R$ 33.814.642 em emendas chegaram ao município em 124 pagamentos, de 31 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 33.332 habitantes, isso dá R$ 1.014 por habitante. O score (49) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 33.814.642 pagos em 124 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:33.332 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo3512% do valor empenhado para o município (R$ 38.492.742) ainda não aparece como pago (R$ 33.814.642). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 38.492.742 × pago R$ 33.814.642Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio6331% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: DELEGADO MARCELO FREITAS (R$ 7.028.151 de R$ 22.545.388). Dependência maior que a de 63% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:DELEGADO MARCELO FREITAS respondeu por R$ 7.028.151Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio58A prefeitura gasta 49.47% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 49.47% da RCL (limite legal 54%) — R$ 78.146.410 de R$ 157.969.326Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 4,62 mi16 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 3,49 mi12 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BRASILIA DE MINAS
- 2024R$ 5,21 mi12 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 3,94 mi15 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BRASILIA DE MINAS
- 2026R$ 2,69 mi8 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BRASILIA DE MINAS
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 19.949.021,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.