Radar de Exposição · JEQUERI/MG
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas25
- Prestação de contas47
- Governança58
- Saúde fiscal64
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo25R$ 12.269.683 em emendas chegaram ao município em 63 pagamentos, de 11 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 12.621 habitantes, isso dá R$ 972 por habitante. O score (25) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 12.269.683 pagos em 63 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:12.621 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo4714% do valor empenhado para o município (R$ 14.340.747) ainda não aparece como pago (R$ 12.269.683). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 14.340.747 × pago R$ 12.269.683Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio5829% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: FRED COSTA (R$ 2.359.959 de R$ 8.131.434). Dependência maior que a de 58% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:FRED COSTA respondeu por R$ 2.359.959Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio64A prefeitura gasta 50.16% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 50.16% da RCL (limite legal 54%) — R$ 28.527.306 de R$ 56.873.008Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,75 mi11 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE JEQUERI
- 2023R$ 805 mil6 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE JEQUERI
- 2024R$ 962,5 mil4 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 1,68 mi7 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 898 mil4 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 7.099.199,02.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.