OURO PRETO/MG

Radar de Exposição · OURO PRETO/MG

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

36
Exposição geral
Baixo
0–100 · posição do município no país
Tendência
↑ Piorando
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 23% nos anos anteriores → 34% nos 2 anos mais recentes. O dinheiro está ficando mais concentrado.

  • Convênios e emendas37
  • Prestação de contas94
  • Empresas contratadas7
  • Governança4
  • Saúde fiscal38

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Baixo37

R$ 30.847.954 em emendas chegaram ao município em 220 pagamentos, de 32 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 78.210 habitantes, isso dá R$ 394 por habitante. O score (37) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Crítico94

31% do valor empenhado para o município (R$ 44.948.474) ainda não aparece como pago (R$ 30.847.954). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Baixo7

21% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 644.966) ficou com uma única: X- OFFICE SERVI LTDA — concentração maior que a de 7% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo4

12% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: PINHEIRINHO (R$ 2.797.000 de R$ 23.035.340). Dependência maior que a de 4% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Baixo38

A prefeitura gasta 36.65% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 36.65% da RCL (limite legal 54%) — R$ 313.836.139 de R$ 856.279.511Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 22.471.070,17.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.