Radar de Exposição · PATROCÍNIO/MG
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas45
- Prestação de contas89
- Governança10
- Saúde fiscal39
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo45R$ 47.012.640 em emendas chegaram ao município em 158 pagamentos, de 27 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 94.834 habitantes, isso dá R$ 496 por habitante. O score (45) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 47.012.640 pagos em 158 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:94.834 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto8927% do valor empenhado para o município (R$ 64.309.779) ainda não aparece como pago (R$ 47.012.640). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 64.309.779 × pago R$ 47.012.640Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo1015% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ZE VITOR (R$ 3.240.622 de R$ 21.898.231). Dependência maior que a de 10% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:ZE VITOR respondeu por R$ 3.240.622Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo39A prefeitura gasta 38.09% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 38.09% da RCL (limite legal 54%) — R$ 263.994.417 de R$ 693.029.022Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 10,4 mi22 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 2,74 mi11 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 4,82 mi16 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PATROCINIO
- 2025R$ 3,47 mi15 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 10,3 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 31.737.942,78.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.