Radar de Exposição · TRÊS PONTAS/MG
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas52
- Prestação de contas80
- Governança97
- Saúde fiscal47
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio52R$ 50.824.434 em emendas chegaram ao município em 178 pagamentos, de 22 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 57.325 habitantes, isso dá R$ 887 por habitante. O score (52) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 50.824.434 pagos em 178 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:57.325 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto8023% do valor empenhado para o município (R$ 65.958.541) ainda não aparece como pago (R$ 50.824.434). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 65.958.541 × pago R$ 50.824.434Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9765% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: DIEGO ANDRADE (R$ 17.962.101 de R$ 27.547.610). Dependência maior que a de 97% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:DIEGO ANDRADE respondeu por R$ 17.962.101Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo47A prefeitura gasta 45.34% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 45.34% da RCL (limite legal 54%) — R$ 143.284.263 de R$ 315.988.136Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,13 mi12 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 10,1 mi28 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE TRES PONTAS
- 2024R$ 5,46 mi15 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 5,57 mi14 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE TRES PONTAS
- 2026R$ 8,24 mi19 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE TRES PONTAS
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 31.482.227,85.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.