Radar de Exposição · PONTA PORÃ/MS
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas60
- Prestação de contas77
- Governança6
- Saúde fiscal59
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio60R$ 104.123.159 em emendas chegaram ao município em 168 pagamentos, de 22 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 99.572 habitantes, isso dá R$ 1.046 por habitante. O score (60) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 104.123.159 pagos em 168 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:99.572 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto7722% do valor empenhado para o município (R$ 133.122.676) ainda não aparece como pago (R$ 104.123.159). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 133.122.676 × pago R$ 104.123.159Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo613% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: NELSINHO TRAD (R$ 7.407.730 de R$ 56.507.250). Dependência maior que a de 6% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:NELSINHO TRAD respondeu por R$ 7.407.730Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio59A prefeitura gasta 49.62% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 49.62% da RCL (limite legal 54%) — R$ 256.645.877 de R$ 517.209.715Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 10,6 mi18 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PONTA PORA
- 2023R$ 25,9 mi21 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PONTA PORA
- 2024R$ 13,1 mi10 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PONTA PORA
- 2025R$ 20,9 mi26 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PONTA PORA
- 2026R$ 11,8 mi13 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE PONTA PORA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 82.311.688,49.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.