Radar de Exposição · AFUÁ/PA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas53
- Prestação de contas25
- Governança94
- Saúde fiscal77
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio53R$ 42.753.476 em emendas chegaram ao município em 68 pagamentos, de 7 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 40.692 habitantes, isso dá R$ 1.051 por habitante. O score (53) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 42.753.476 pagos em 68 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:40.692 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo2510% do valor empenhado para o município (R$ 47.623.935) ainda não aparece como pago (R$ 42.753.476). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 47.623.935 × pago R$ 42.753.476Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Crítico9456% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOAQUIM PASSARINHO (R$ 10.336.220 de R$ 18.453.958). Dependência maior que a de 94% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:JOAQUIM PASSARINHO respondeu por R$ 10.336.220Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto77A prefeitura gasta 51.67% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 51.67% da RCL (limite legal 54%) — R$ 119.289.076 de R$ 230.846.027Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 5,33 mi8 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 3,16 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 5,2 mi7 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE AFUA
- 2025R$ 11,5 mi14 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE AFUA
- 2026R$ 7,07 mi8 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE AFUA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 32.242.282,08.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.