Radar de Exposição · BAIÃO/PA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas41
- Prestação de contas55
- Governança15
- Saúde fiscal100
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo41R$ 33.384.045 em emendas chegaram ao município em 74 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 57.717 habitantes, isso dá R$ 578 por habitante. O score (41) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 33.384.045 pagos em 74 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:57.717 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio5516% do valor empenhado para o município (R$ 39.707.562) ainda não aparece como pago (R$ 33.384.045). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 39.707.562 × pago R$ 33.384.045Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo1516% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: JOAQUIM PASSARINHO (R$ 2.595.000 de R$ 15.730.361). Dependência maior que a de 15% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:JOAQUIM PASSARINHO respondeu por R$ 2.595.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico100A prefeitura gasta 65.81% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 65.81% da RCL (limite legal 54%) — R$ 116.808.468 de R$ 177.498.584Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 3,4 mi11 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 5,41 mi15 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 8,4 mi12 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE BAIAO
- 2025R$ 7,68 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE BAIAO
- 2026R$ 3,5 mi4 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE BAIAO
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 28.385.178,20.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.