Radar de Exposição · BRAGANÇA/PA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas60
- Prestação de contas71
- Governança17
- Saúde fiscal100
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio60R$ 135.159.704 em emendas chegaram ao município em 177 pagamentos, de 33 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 133.268 habitantes, isso dá R$ 1.014 por habitante. O score (60) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 135.159.704 pagos em 177 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:133.268 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio7120% do valor empenhado para o município (R$ 168.423.340) ainda não aparece como pago (R$ 135.159.704). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 168.423.340 × pago R$ 135.159.704Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo1717% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: EDUARDO COSTA (R$ 11.770.738 de R$ 68.146.322). Dependência maior que a de 17% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:EDUARDO COSTA respondeu por R$ 11.770.738Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico100A prefeitura gasta 67.09% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 67.09% da RCL (limite legal 54%) — R$ 317.132.210 de R$ 472.722.745Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 23,7 mi21 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 16,2 mi23 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 27,9 mi20 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 13,5 mi11 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 15,7 mi13 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 97.062.776,40.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.