Radar de Exposição · MOCAJUBA/PA
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas43
- Prestação de contas25
- Governança54
- Saúde fiscal100
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo43R$ 27.261.192 em emendas chegaram ao município em 54 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 28.982 habitantes, isso dá R$ 941 por habitante. O score (43) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 27.261.192 pagos em 54 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:28.982 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo2510% do valor empenhado para o município (R$ 30.423.373) ainda não aparece como pago (R$ 27.261.192). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 30.423.373 × pago R$ 27.261.192Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio5428% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ELCIONE BARBALHO (R$ 5.263.519 de R$ 18.971.036). Dependência maior que a de 54% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:ELCIONE BARBALHO respondeu por R$ 5.263.519Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico100A prefeitura gasta 64.39% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 64.39% da RCL (limite legal 54%) — R$ 106.419.551 de R$ 165.279.774Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 1,1 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 1,2 mi2 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE MOCAJUBA
- 2024R$ 3,45 mi9 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 6,58 mi7 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MOCAJUBA
- 2026R$ 10,5 mi8 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MOCAJUBA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 22.823.918,51.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.