Radar de Exposição · CONDE/PB
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas53
- Prestação de contas77
- Governança54
- Saúde fiscal100
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio53R$ 35.880.621 em emendas chegaram ao município em 110 pagamentos, de 18 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 30.446 habitantes, isso dá R$ 1.179 por habitante. O score (53) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 35.880.621 pagos em 110 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:30.446 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto7722% do valor empenhado para o município (R$ 45.775.456) ainda não aparece como pago (R$ 35.880.621). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 45.775.456 × pago R$ 35.880.621Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio5428% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: MERSINHO LUCENA (R$ 5.150.000 de R$ 18.553.948). Dependência maior que a de 54% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:MERSINHO LUCENA respondeu por R$ 5.150.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico100A prefeitura gasta 60.01% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 60.01% da RCL (limite legal 54%) — R$ 125.591.267 de R$ 209.271.980Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 3,35 mi12 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 3,01 mi11 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 9,8 mi22 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 7,91 mi17 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 3,67 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 27.734.175,19.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.