Radar de Exposição · SÃO JOSÉ DE PIRANHAS/PB
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas63
- Prestação de contas33
- Governança83
- Saúde fiscal90
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio63R$ 34.734.305 em emendas chegaram ao município em 107 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 19.571 habitantes, isso dá R$ 1.775 por habitante. O score (63) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 34.734.305 pagos em 107 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:19.571 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo3312% do valor empenhado para o município (R$ 39.446.880) ainda não aparece como pago (R$ 34.734.305). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 39.446.880 × pago R$ 34.734.305Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Alto8342% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: WILSON SANTIAGO (R$ 8.595.000 de R$ 20.444.626). Dependência maior que a de 83% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:WILSON SANTIAGO respondeu por R$ 8.595.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Crítico90A prefeitura gasta 54.09% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 54.09% da RCL (limite legal 54%) — R$ 55.518.475 de R$ 102.633.356Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,69 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 3,3 mi8 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 3,85 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 6 mi15 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 4,75 mi13 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 20.579.483,91.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 27/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.