BELO JARDIM/PE

Radar de Exposição · BELO JARDIM/PE

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

78
Exposição geral
Alto
0–100 · posição do município no país
Tendência
↑ Piorando
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 90% nos anos anteriores → 100% nos 2 anos mais recentes. O dinheiro está ficando mais concentrado.

  • Convênios e emendas56
  • Prestação de contas97
  • Empresas contratadas76
  • Governança95
  • Saúde fiscal68

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Médio56

R$ 75.303.563 em emendas chegaram ao município em 99 pagamentos, de 18 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 84.389 habitantes, isso dá R$ 892 por habitante. O score (56) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Crítico97

37% do valor empenhado para o município (R$ 118.754.630) ainda não aparece como pago (R$ 75.303.563). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Alto76

99% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 29.461.670) ficou com uma única: BELO JARDIM FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE — concentração maior que a de 76% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Crítico95

58% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: MENDONCA FILHO (R$ 26.672.488 de R$ 46.302.416). Dependência maior que a de 95% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Médio68

A prefeitura gasta 50.49% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 50.49% da RCL (limite legal 54%) — R$ 178.969.791 de R$ 354.481.306Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 59.626.060,18.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.