Radar de Exposição · LAJEDO/PE
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas61
- Prestação de contas61
- Governança69
- Saúde fiscal88
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio61R$ 54.976.354 em emendas chegaram ao município em 92 pagamentos, de 20 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 42.120 habitantes, isso dá R$ 1.305 por habitante. O score (61) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 54.976.354 pagos em 92 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:42.120 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio6117% do valor empenhado para o município (R$ 66.425.727) ainda não aparece como pago (R$ 54.976.354). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 66.425.727 × pago R$ 54.976.354Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio6934% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: FELIPE CARRERAS (R$ 11.510.816 de R$ 34.120.196). Dependência maior que a de 69% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:FELIPE CARRERAS respondeu por R$ 11.510.816Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto88A prefeitura gasta 53.65% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 53.65% da RCL (limite legal 54%) — R$ 104.946.278 de R$ 195.600.789Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,69 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 12,9 mi20 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 5,6 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 14,1 mi12 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 10,4 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 45.635.295,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.