Radar de Exposição · UNIÃO DA VITÓRIA/PR
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas42
- Prestação de contas93
- Empresas contratadas57
- Governança30
- Saúde fiscal43
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo42R$ 34.726.205 em emendas chegaram ao município em 148 pagamentos, de 20 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 56.701 habitantes, isso dá R$ 612 por habitante. O score (42) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 34.726.205 pagos em 148 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:56.701 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Crítico9330% do valor empenhado para o município (R$ 49.491.373) ainda não aparece como pago (R$ 34.726.205). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 49.491.373 × pago R$ 34.726.205Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Empresas contratadas
Médio5775% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 3.480.009) ficou com uma única: TORRES NOVAS CONSTRUTORA EIRELI — concentração maior que a de 57% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.
- Evidência:TORRES NOVAS CONSTRUTORA EIRELI recebeu R$ 2.625.342 (maior favorecido privado)Fonte: CGU — Emendas por documento
Governança
Baixo3021% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: NELSON PADOVANI (R$ 3.517.018 de R$ 17.004.560). Dependência maior que a de 30% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:NELSON PADOVANI respondeu por R$ 3.517.018Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo43A prefeitura gasta 41.35% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 41.35% da RCL (limite legal 54%) — R$ 118.889.272 de R$ 287.535.498Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 3 mi13 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 8,19 mi7 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE UNIAO DA VITORIA
- 2024R$ 5,55 mi10 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 5,55 mi12 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - FUNSAUDE
- 2026R$ 2,99 mi12 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - FUNSAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 25.296.100,16.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.