Radar de Exposição · MAGÉ/RJ
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas67
- Prestação de contas11
- Governança53
- Saúde fiscal69
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio67R$ 308.218.445 em emendas chegaram ao município em 129 pagamentos, de 32 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 244.166 habitantes, isso dá R$ 1.262 por habitante. O score (67) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 308.218.445 pagos em 129 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:244.166 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo117% do valor empenhado para o município (R$ 330.488.754) ainda não aparece como pago (R$ 308.218.445). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 330.488.754 × pago R$ 308.218.445Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio5327% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: DANI CUNHA (R$ 30.100.000 de R$ 110.007.310). Dependência maior que a de 53% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:DANI CUNHA respondeu por R$ 30.100.000Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Médio69A prefeitura gasta 50.70% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 50.70% da RCL (limite legal 54%) — R$ 593.904.630 de R$ 1.171.433.643Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 53,9 mi14 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 15,2 mi14 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 54,9 mi13 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 74,6 mi14 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MAGE
- 2026R$ 17,2 mi9 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE MAGE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 215.854.153,00.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.