Radar de Exposição · SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA/RJ
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas80
- Prestação de contas64
- Governança3
- Saúde fiscal35
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Alto80R$ 96.748.995 em emendas chegaram ao município em 204 pagamentos, de 47 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 43.703 habitantes, isso dá R$ 2.214 por habitante. O score (80) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 96.748.995 pagos em 204 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:43.703 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio6418% do valor empenhado para o município (R$ 117.949.682) ainda não aparece como pago (R$ 96.748.995). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 117.949.682 × pago R$ 96.748.995Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo312% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: ALTINEU CORTES (R$ 7.443.813 de R$ 64.341.886). Dependência maior que a de 3% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:ALTINEU CORTES respondeu por R$ 7.443.813Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo35A prefeitura gasta 33.92% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 33.92% da RCL (limite legal 54%) — R$ 88.742.285 de R$ 261.651.710Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 12,4 mi33 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 15,6 mi21 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 12,5 mi21 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 21,3 mi20 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE SANTO ANTONIO DE PADUA
- 2026R$ 12,7 mi27 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE SANTO ANTONIO DE PADUA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 74.378.187,33.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 02/10/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.