Radar de Exposição · IELMO MARINHO/RN
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas52
- Prestação de contas70
- Governança14
- Saúde fiscal44
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio52R$ 20.749.079 em emendas chegaram ao município em 69 pagamentos, de 16 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 11.877 habitantes, isso dá R$ 1.747 por habitante. O score (52) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 20.749.079 pagos em 69 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:11.877 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio7019% do valor empenhado para o município (R$ 25.747.776) ainda não aparece como pago (R$ 20.749.079). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 25.747.776 × pago R$ 20.749.079Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo1416% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: SARGENTO GONCALVES (R$ 1.992.538 de R$ 12.087.178). Dependência maior que a de 14% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:SARGENTO GONCALVES respondeu por R$ 1.992.538Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo44A prefeitura gasta 42.41% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2024. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 42.41% da RCL (limite legal 54%) — R$ 32.316.619 de R$ 76.201.797Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2024 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 383,8 mil2 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 4,42 mi15 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 3,09 mi9 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2025R$ 4,62 mi10 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
- 2026R$ 3,69 mi8 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 16.210.090,57.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.