Radar de Exposição · LAGOA D'ANTA/RN
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas55
- Prestação de contas68
- Governança28
- Saúde fiscal49
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Médio55R$ 16.368.222 em emendas chegaram ao município em 79 pagamentos, de 13 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 6.776 habitantes, isso dá R$ 2.416 por habitante. O score (55) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 16.368.222 pagos em 79 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:6.776 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Médio6819% do valor empenhado para o município (R$ 20.226.363) ainda não aparece como pago (R$ 16.368.222). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 20.226.363 × pago R$ 16.368.222Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo2820% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: BETO ROSADO (R$ 2.373.250 de R$ 11.754.980). Dependência maior que a de 28% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:BETO ROSADO respondeu por R$ 2.373.250Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo49A prefeitura gasta 47.81% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 47.81% da RCL (limite legal 54%) — R$ 18.501.788 de R$ 38.701.214Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 1,36 mi8 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 2,32 mi11 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE LAGOA DANTA
- 2024R$ 1,72 mi7 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 2,75 mi9 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE LAGOA DANTA
- 2026R$ 1,78 mi3 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE LAGOA DANTA
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 9.922.884,62.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 23/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.