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Radar de Exposição · CACHOEIRINHA/RS

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

55
Exposição geral
Médio
0–100 · posição do município no país
Tendência
→ Estável
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 100% nos anos anteriores → 100% nos 2 anos mais recentes. Sem mudança relevante.

  • Convênios e emendas31
  • Prestação de contas98
  • Empresas contratadas78
  • Governança1
  • Saúde fiscal66

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Baixo31

R$ 25.115.783 em emendas chegaram ao município em 144 pagamentos, de 36 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 141.506 habitantes, isso dá R$ 177 por habitante. O score (31) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Crítico98

37% do valor empenhado para o município (R$ 40.171.096) ainda não aparece como pago (R$ 25.115.783). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Alto78

100% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 3.781.404) ficou com uma única: FMS - FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE — concentração maior que a de 78% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo1

9% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ (R$ 1.842.822 de R$ 19.506.981). Dependência maior que a de 1% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Médio66

A prefeitura gasta 50.29% da receita corrente líquida com pessoal e passou do alerta do art. 59 da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 50.29% da RCL (limite legal 54%) — R$ 325.229.049 de R$ 646.717.230Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 13.574.985,55.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.