Radar de Exposição · CANGUÇU/RS
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas39
- Prestação de contas81
- Governança32
- Saúde fiscal86
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo39R$ 30.440.152 em emendas chegaram ao município em 135 pagamentos, de 32 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 50.968 habitantes, isso dá R$ 597 por habitante. O score (39) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 30.440.152 pagos em 135 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:50.968 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Alto8123% do valor empenhado para o município (R$ 39.650.873) ainda não aparece como pago (R$ 30.440.152). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 39.650.873 × pago R$ 30.440.152Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Baixo3221% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: AFONSO HAMM (R$ 4.891.629 de R$ 23.208.374). Dependência maior que a de 32% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:AFONSO HAMM respondeu por R$ 4.891.629Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Alto86A prefeitura gasta 53.32% da receita corrente líquida com pessoal e passou do limite prudencial (51.3%), a faixa em que a lei já proíbe aumentos de despesa. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 53.32% da RCL (limite legal 54%) — R$ 129.210.019 de R$ 242.315.304Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 2,8 mi13 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CANGUCU
- 2023R$ 4,28 mi16 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CANGUCU
- 2024R$ 2,7 mi14 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CANGUCU
- 2025R$ 7,21 mi25 pagamento(s) · maior: MUNICIPIO DE CANGUCU
- 2026R$ 4,45 mi21 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE - CANGUCU
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 21.438.817,40.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.