PORTO ALEGRE/RS

Radar de Exposição · PORTO ALEGRE/RS

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

41
Exposição geral
Baixo
0–100 · posição do município no país
Tendência
↓ Melhorando
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 47% nos anos anteriores → 39% nos 2 anos mais recentes. O dinheiro está mais distribuído.

  • Convênios e emendas52
  • Prestação de contas79
  • Empresas contratadas29
  • Governança4
  • Saúde fiscal40

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Médio52

R$ 576.713.639 em emendas chegaram ao município em 1580 pagamentos, de 72 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 1.388.791 habitantes, isso dá R$ 415 por habitante. O score (52) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Alto79

23% do valor empenhado para o município (R$ 745.763.636) ainda não aparece como pago (R$ 576.713.639). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Baixo29

45% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 201.831.317) ficou com uma única: IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGR — concentração maior que a de 29% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo4

12% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: FERNANDA MELCHIONNA (R$ 28.579.863 de R$ 232.084.908). Dependência maior que a de 4% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Baixo40

A prefeitura gasta 39.10% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 39.10% da RCL (limite legal 54%) — R$ 3.787.407.429 de R$ 9.685.877.040Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 383.396.779,68.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.