Radar de Exposição · POMERODE/SC
Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.
Sem base comparável entre os dois períodos para medir tendência.
- Convênios e emendas27
- Prestação de contas17
- Governança71
- Saúde fiscal49
O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.
Eixos medidos
Convênios e emendas
Baixo27R$ 18.961.279 em emendas chegaram ao município em 82 pagamentos, de 21 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 37.602 habitantes, isso dá R$ 504 por habitante. O score (27) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.
- Evidência:R$ 18.961.279 pagos em 82 documentosFonte: CGU — Emendas por documento
- Evidência:37.602 habitantes (estimativa IBGE)Fonte: IBGE — estimativa populacional
Prestação de contas
Baixo178% do valor empenhado para o município (R$ 20.703.690) ainda não aparece como pago (R$ 18.961.279). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.
- Evidência:Empenhado R$ 20.703.690 × pago R$ 18.961.279Fonte: CGU — Emendas por documento (fases Empenho e Pagamento)
Governança
Médio7135% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: GILSON MARQUES (R$ 4.653.070 de R$ 13.455.515). Dependência maior que a de 71% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).
- Evidência:GILSON MARQUES respondeu por R$ 4.653.070Fonte: CGU — Emendas por documento
Saúde fiscal
Baixo49A prefeitura gasta 47.97% da receita corrente líquida com pessoal e está abaixo do alerta da LRF (48.6%). Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.
- Evidência:Despesa com pessoal: 47.97% da RCL (limite legal 54%) — R$ 129.305.717 de R$ 269.571.099Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)
Linha do tempo (últimos anos)
- 2022R$ 1,11 mi5 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2023R$ 920 mil4 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2024R$ 1,85 mi8 pagamento(s) · maior: BANCO DO BRASIL SA
- 2025R$ 4,92 mi12 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE POMERODE
- 2026R$ 2,76 mi9 pagamento(s) · maior: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE POMERODE
Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 11.569.150,78.
Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.