PORTO NACIONAL/TO

Radar de Exposição · PORTO NACIONAL/TO

Sinais públicos de atenção, medidos por regra sobre dados oficiais — não por opinião.

58
Exposição geral
Médio
0–100 · posição do município no país
Tendência
↑ Piorando
5 eixos medidos

Concentração no maior favorecido privado: 29% nos anos anteriores → 100% nos 2 anos mais recentes. O dinheiro está ficando mais concentrado.

  • Convênios e emendas85
  • Prestação de contas94
  • Empresas contratadas10
  • Governança2
  • Saúde fiscal97

O Radar mede exposição — quanto dinheiro público passa pelo município e quão concentrados são os fluxos. Ele não mede culpa, ilegalidade nem corrupção, e score alto não é indício de irregularidade: é sinal de que há mais a prestar contas. Todo score vem de regra pública sobre dados oficiais.

Eixos medidos

Convênios e emendas

Alto85

R$ 177.272.653 em emendas chegaram ao município em 290 pagamentos, de 20 parlamentar(es) — mais emendas de bancada/comissão/relator, quando houver. Para 70.507 habitantes, isso dá R$ 2.514 por habitante. O score (85) combina as duas medidas: quanto dinheiro há para prestar contas e quão intenso ele é para o tamanho do município — sozinho, o valor absoluto só mediria o tamanho da cidade.

Prestação de contas

Crítico94

31% do valor empenhado para o município (R$ 256.844.206) ainda não aparece como pago (R$ 177.272.653). Diferença pode ser execução em andamento, restos a pagar ou pendência de prestação de contas — o dado não distingue os três.

Empresas contratadas

Baixo10

26% de tudo que empresas privadas receberam de emenda aqui (R$ 1.399.903) ficou com uma única: BM SERVICOS DE APOIO ADMINISTRATIVO LTDA — concentração maior que a de 10% dos municípios com base comparável. Órgãos públicos (fundos, prefeitura) ficam fora da conta.

Governança

Baixo2

11% do dinheiro de emendas INDIVIDUAIS que chegou à cidade veio de um único parlamentar: GUARACY SILVEIRA (R$ 10.513.201 de R$ 95.069.282). Dependência maior que a de 2% dos municípios — cidade que depende de um só padrinho fica exposta se ele sair do mandato. Emendas de bancada, comissão e relator ficam fora da conta (são coletivas por natureza).

Saúde fiscal

Crítico97

A prefeitura gasta 55.87% da receita corrente líquida com pessoal e ESTOUROU o limite legal de 54%. Números do próprio município, declarados no Relatório de Gestão Fiscal do exercício 2025. Este é o único eixo medido contra a LEI, não contra os outros municípios: se todos estourarem o limite, estar na média não é saúde fiscal.

  • Evidência:Despesa com pessoal: 55.87% da RCL (limite legal 54%) — R$ 206.210.868 de R$ 369.102.211Fonte: SICONFI/Tesouro — Relatório de Gestão Fiscal 2025 (Anexo 01)

Linha do tempo (últimos anos)

Valor pago por ano do documento, com o maior favorecido do ano. Total no período: R$ 151.119.428,54.

Scores são percentis nacionais: 70 significa “mais exposto que 70% dos municípios”, não “70% de risco”. Calculados por regra SQL pública (versão 1.0.0) sobre pagamentos de emenda por município de aplicação (CGU) — a mesma base gera sempre o mesmo número. Gerado em 17/09/2026. Nenhum score é gerado por IA. Metodologia.